Tudo em volta silenciava. Era chegada a hora da verdade. De um lado, eu. Do outro, a balança. Um mês depois de iniciada a nova dieta, foi a hora de colher os louros da vitória. Fechar a boca contra doces, churrasco e pães não foi fácil, mas persisti até o fim para ter de volta meu corpinho de 20 anos. Tanto sacrifício, tantas tentações superadas, mas seria tudo recompensado naquele instante.
Naquela hora nem mesmo as madrugadas em frente à esteira, as veias quebradas e os braços sem ação (já tentou beber água depois de fazer flexão por 30 minutos?) me perturbavam mais, tudo era festa diante daquele objeto diante de mim!
Naquela hora nem mesmo as madrugadas em frente à esteira, as veias quebradas e os braços sem ação (já tentou beber água depois de fazer flexão por 30 minutos?) me perturbavam mais, tudo era festa diante daquele objeto diante de mim!
Ali, frente a frente, o mundo parecia aguardar a pesagem, e para não decepcioná-los, subi em direção à lona. Ao abrir os olhos a poesia foi deixada de lado, assim como os meus bons modos e toda a educação que meus pais haviam me dado.
Com 1kg a mais, despejei contra aquele monstro à minha frente todo meu vocabulário – e não foi o que aprendi na escola. O que se viu dali era proibido para menores idade ou magras em forma que jamais compreenderiam a luta de uma mulher de 30 anos contra seu rebelde corpo. Abaixo a balança!
Hahahahaha. Muito boa! Um dia desses, para evitar de dizer uns impropérios para o monstro da farmácia, minha irmã correu (literalmente) para e na esteira após uma refeição num fast food. Mas foi coisa imediata... ah, ela faz 30 em maio!
ResponderExcluirTô adorando esse blog, Malu. E me identificando...por que será? heehehehe.
ResponderExcluirPelo visto todas nós passamos pelas consequências dessa idade. E como mudamos! Queridos Gustavo e Sandryne, que bom tê-los por aqui.
ResponderExcluirMenina, faz tempo que parei de pesar, viu?! rsrsrsrs TÔ até com medo... Sei que engordei porque pior que os 30, são os 31, 32, 33... rsrsrs
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