quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

João era um cara legal

João era um cara legal. Nada de mal, nada de mal. Mas tinha um problema bem grandão, era para lá de sem noção. Presente ele nunca estava o que o fazia um sem sal. Dia após dia esquecia de mim o que me deixava anormal. No fim das contas, mandei catar coquinho e que ficasse no fim da fila, afinal. Um animal irracional!


domingo, 16 de janeiro de 2011

Pelada por pelada...

Não que eu duvide que um dia eles poderão ser classificados como esporte. Também não duvido que algumas pessoas possam gostar disso. Assim como não duvido que um dia entrem para as Olimpíadas! Não, não duvido! Mas defendo meu ponto de vista até a morte de um relacionamento: não suporto joguinhos numa relação!
Pergunto, quem em sã consciência acredita que jogos possam apimentar, melhorar ou deixar positivo (ou pelo menos em um sinal de igual) um relacionamento? Pelada por pelada, é melhor a escolha das roupas do que das jogadas do "sim", "não", "talvez", "gosto (mas quero dizer que não)", "não gosto (mas quero dizer que sim) "de um casal. Tenha santa paciência. Prefiro assistir um jogo do Tupinambá contra o Virgulino da esquerda do que aturar um joguinho desses.
Ou é sol demais na moleira ou siribolo no bucho! As pessoas não ligam porque acham que assim mostram interesse demais. Ligam porque querem passar uma impressão boa para si mesmo. Choram para se mostrarem sensíveis, mas mais parecem rochas cabeludas na real ou não choram para nos sentirmos seguras ao lado deles, enquanto um romance na solidão o faz se debulhar em lágrimas.
Na real, não joguem! No máximo que conseguirão comigo é um mero cartão vermelho!

quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

Como terminar um namoro

De certa forma acho que é assim que a gente vai aprendendo a amar...com o tempo aprendemos a dar mais valor, olhar mais para coisas que realmente importam, de tanto que já brigamos por causa da frigideira...




sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

Quando vocês vão casar?

Festa de fim de ano em família sempre nos rende lembranças eternas - pena que nem sempre positivas (e me refiro também a vexames com tios bêbados e vômitos de bebês).
No auge da festa (leia-se após o fiasco do amigo oculto em que ganho uma calcinha tamanho GG, bege), entra em cena minha querida prima no alto de seus três anos de namoro com seu incrível namorado (sim, é assim que os chamam e não sintam aqui uma mera ponta de inveja, ok?). 
Todos em volta da mesa indagam o casal a respeito de quando será o casório. Disse casal? Erro meu: todos em volta da mesa indagam ao  Sr. incrível a respeito de quando será o casório. Uma perguntinha, com quem o homem soberano que decide pelo casal  casará? Porque pelo visto será com seu próprio ego inflado ao responder sorridente: não sei, estou pensando. Enquanto todos se consolam com sua resposta ou olham com olhar de piedade para a prima querida (tadinha, pensam, ela deve ter algum problema para ele demorar tanto a decidir, talvez um defeito no siso, quem sabe). Sim, penso, ela tem um grande problema não se impondo diante da vida. Enquanto isso, ela fica com seu sorriso contido no aguardo da resposta.
Me perdi no tempo ou realmente ninguém nunca explicou porque o casamento é decidido pelo homem, porque ele quem responde como se estivesse decidindo a vida pelos dois, enquanto a donzela indefesa apenas espera o dia em que ele bem entende para saber como será sua vida dali em diante?
Talvez eu tenha piscado o olho na hora errada, mas juro que vi um olhar de tristeza no alto daquele 1.80 de charme e ansiedade.