Quando um cidadão – se é que chamo aquele projeto de gente de cidadão – lhe vira e pergunta: que horas são, tia? Só vejo duas alternativas em minha frente: empurrar o dito cujo ônibus abaixo ou gritar a todos no ônibus (e às redondezas que podem ouvir o grito a um grande raio) – tia é a vovozinha!!!
Como a primeira alternativa só daria certo nos meus sonhos, fui de segunda. A vergonha de todos virados para mim foi grande após o berro, mas no meu coraçãozinho, foi ainda menor que constatar comigo mesma que não sou mais chamada de menina, nem de moça, nem de senhorita, que dirá de donzela (até brotinho me deixaria feliz).
Tudo bem que a gente envelheça, mas perguntar as horas não poderia ser menos doloroso?
Como a primeira alternativa só daria certo nos meus sonhos, fui de segunda. A vergonha de todos virados para mim foi grande após o berro, mas no meu coraçãozinho, foi ainda menor que constatar comigo mesma que não sou mais chamada de menina, nem de moça, nem de senhorita, que dirá de donzela (até brotinho me deixaria feliz).
Tudo bem que a gente envelheça, mas perguntar as horas não poderia ser menos doloroso?
rsrsrsrs. Boa, Malu.
ResponderExcluirValeu pela visita, Sandryne!!
ResponderExcluirSempre bem-vinda